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sábado, outubro 4

Frank Schelck, mais um "paciente" do Dr Fuentes?

Parece que vai estoirar mais um escândalo de doping no mundo ciclopédico. O chefe da Agência Anti-Doping Francesa anunciou no início do mês de Setembro que havia alguns testes de urina que foram suspeitos quando testados à procura da nova EPO, a chamada CERA. A Gazzeta já avançou que serão 14 corredores os que usaram CERA durante o Tour de France deste ano.

Há cerca de uma semana atrás um jornal alemão deu a notícia que Frank Schleck da Team CSC Saxo Bank depositou 7000 mil euros em 2006 na conta suíça do Dr Fuentes (o médico que esteve implicado na Operation Puerto). Hoje, ele e a sua equipa emitiram um press release onde o próprio admite ter cedido essa quantia para que o médico lhe desse conselhos de treino, mas nada de doping claro!!

Bjarne Riis já tem um passado com este médico, Tyler Hamylton e Ivan Basso foram dopantes da sua equipa e que mantinham ligações com o Doctor Fuentes, Jan Ulrich foi outro mas noutra equipa. Com a OP, estes gigantes começaram a “tombar” depois de implicados, mas muitos escaparam, Frank Schleck muito provavelmente foi um deles. Em 2006 não era nenhuma estrela e não tão bem paga como os três mencionados anteriormente, e comparando os pagamentos a esse médico de Basso e Ulrich onde a quantia ascendia a 40 mil euros, a de Schleck deveria ser uma simples iniciação, de doping ou não, esperemos descobrir. Mas a verdade é que o luxemburguês nunca teve um controlo positivo.


2006 foi o ano de afirmação de Frank ao vencer a Amsteal Gold Race.
Foto cedida por:
Capture-the-Peloton


Mais, com esta notícia Frank também assombra a carreira do seu irmão, um jovem de 21 anos a ficar em 2º no Giro, é preciso sem dúvida um grande talento mas será preciso mais?

É cada vez mais evidente que Riis esteve envolvido com doping na CSC. Talvez apenas antes da OP, depois apercebeu-se que cada vez está mais apertado e decidiu aderiu ao programa do Dr. Rasmus Damsgaard.

Frank Schleck está suspenso pela sua equipa, até novas conclusões.

Ao contrário de Riccó, a irmandade dos Schleck é sem dúvida uma das mais acarenhadas pelo público em geral (inclusive eu), será assim mais uma forte machadada nos fãs que sofrem pelos seus ídolos. Entretanto a OP apesar de arquivada, pelo menos no ciclismo é certo que ainda vai dar muito pano para mangas.

Texto interessante sobre este assunto: Ciclismo2005

quinta-feira, setembro 18

Casos de Doping na Volta a Portugal (ou inexistência deles)

Sei que a Volta já terminou há algum tempo mas só ontem foi publicada esta notícia pelo que me parece pertinente abordar hoje o seu conteúdo. Eis um excerto:

"O Laboratório de Análises e Dopagem (LAD) realizou 86 controlos antidoping durante a 70.ª Volta a Portubal em bicicleta sem que a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) tenha sido notificada de qualquer resultado positivo relativamente a substâncias proibidas." (fonte: Record)

Em primeiro lugar delicia-me ver a disparidade com que a comunicação social aborda o tema do doping. Compreendo perfeitamente que cada caso positivo seja noticiado separadamente e lhe seja dado alguma relevância já que, na maioria das vezes, há "histórias" por trás desses casos. Agora é-me complicado aceitar que não apareça pelo menos uma peça nos noticiários (visando mais as televisões) a informar que não foi efectuado nenhum controlo positivo na prova mais importante do ciclismo português.

Após terminar a leitura do artigo decido ir ler as opiniões que alguns leitores deixaram acerca do assunto e deparo-me com uma totalmente incoerente no seu conteúdo. Basicamente o leitor dizia que achava pouco terem-se efectuado apenas 86 controlos sobretudo quando houve ciclistas que ganharam duas etapas, tendo sido controlados mais vezes.

Quando cheguei ao final do (felizmente) curto comentário penso: então mas o objectivo de quem toma doping é ficar em primeiro ou sou eu que estou enganado? Em cada tirada é controlado o camisola amarela, o vencedor da etapa e mais alguns ciclistas seleccionados à sorte. Não estou seguro se também são controlados os portadores das diferentes camisolas e os restantes primeiros classificados na etapa.

Imaginemos que os controlos são feitos aos ciclistas referidos na primeira situação. Teremos 11 controlos durante a Volta aos vencedores das etapas, mais 11 aos líderes da geral e, supondo que são 3 os ciclistas sorteados por etapa, mais 33. Isto totaliza um total de 55 controlos e já foram controlados todos os ciclistas que assumiram uma posição de destaque na Volta quer porque foram os líderes da corrida, quer porque venceram etapas.

Como a principal consequência do doping em termos desportivos é anular a verdade desportiva, vemos que, se alguém utilizou substâncias dopantes, acabou por não beneficiar muito com isso nem por influenciar os resultados finais da prova.

quinta-feira, julho 17

Moises Dueñas Nevado da Barloworld acusa uso de EPO.


Mais um espanhol apanhado nas malhas do doping. Pela primeira vez esta equipa teve um corredor envolvido em algo do género, e mais uma vez a equipa sai ilesa e tenta desmarcar-se do problema do seu corredor. É sempre o mesmo blá blá blá, “nós estamos muito surpreendidos com ele, não esperavamos esta atitude e por isso vamos expulsá-lo da equipa...”

Não estou a acusar a Barloworld de estar directamente relacionada com o uso de doping por parte de Moises Duenas, mas pelo menos ela tem a obrigação de vigiá-lo de modo a que situações destas não aconteçam. É para isso que servem os controlos internos de equipas tais como CSC-Saxo Bank, Garmin, Astana, Columbia onde têm o historial clínico de cada corredor e caso algum valor estranho seja detectado, o corredor em questão será no mínimo interdito de correr até que se encontre a causa. Caso contrário estas situações serão comuns no Tour, corredores que alcançando um sonho que os persegue desde de infância, sentem-se tentados a querer mais recorrendo para isso ao doping. Eu e muitos leitores tivemos ou temos esse sonho, claro que não passa de um sonho mas vendo bem será que vale a pena estar no topo do ciclismo, os corredores sofrem demasiadas pressões para estarem constantemente em evolução, existe ainda directores e médicos que aliciam à prática de doping para depois os corredores serem acusados e consequentemente atirados borda fora. Antes muitos ainda se safavam, mas actualmente com controlos tão rigorosos os dopantes não têm grandes hipóteses e são logo agarrados, depois a contra-análise vem sempre confirmar o veredicto. Conclusão: os laboratórios nunca falham e as equipas saem sempre impunes!!

Sim, porque a Aso ainda ameaçou antes do Tour com uma caução de 100 mil euros, mas a justificação é que como a equipa expulsou o corredor, então teve a atitude certa e não se passa nada...

Muitos podem contestar a atitude da ASO em deixar de fora a Astana, e eu até certo ponto me custa ver os seus corredores de fora, no entanto foi das poucas medidas que puniram não apenas um pessoa isolada, mas uma equipa.

Voltando ainda ao caso de hoje a polícia investigou o quarto do espanhol e encontrou mais indícios de doping (pode ir preso já que em França é crime.). O engraçado é que sempre que há acontecimentos destes há também algumas coincidências curiosas: Félix Cardenas o companheiro de quarto de Moises Duenas abandonou hoje a corrida por problemas no joelho, Paolo Longo Borghini da mesma equipa também desistiu!!

Li também que o médico da equipa andava a fazer teste todos os dias aos corredores mas nunca encontrou nenhum resultado estranho!



Fica aqui este artigo sobre o historial do Director Desportivo da Barloworld, o italiano Claudio Corti parece que nunca foi muito limpo.

Press release da equipa a este ao acontecimento.

Chirstophe Moreau acusa parâmetros anormais no sangue!!

sábado, julho 5

Será este o ano de uma Volta à França sem casos de doping?

Existe uma certa apreensão de como irá decorrer este Tour ao nível do doping. Desde há 10 anos que tem havido casos atrás de casos e principalmente nos últimos dois quando se pensava que havia melhorias, aconteceram escândalos que abalaram a comunidade do desporto em geral. Em 2006 foi Floyd Landis que depois de um dos piores dias da sua carreira, obteve a sua maior vitória no dia seguinte!! Dias depois viria a vencer o Tour e passado três dias vinha a notícia que tinha acusado positivo. Este caso arrasta-se até aos dias de hoje com Landis a contestar os procedimentos do laboratório (pelo que li são algo duvidosos), mas desengane-se quem pense que este processo acabou, quando há dias foi considerado culpado o americano mostrou que quer continuar a recorrer. Em 2007 foi Vinokorouv que também acusou positivo, e mais tarde Rasmussen o camisola amarela por não ter comparecido a controlos antes da competição francesa.

Um dos exemplos perfeitos de que: "Quanto mais alto se sobe, maior é a queda."
Foto cedida por:
Caputre-the-peloton.

A verdade é que há e haverá sempre atletas dopados (corredores, nadadores, futebolistas..etc), isso é certo. No entanto isto faz-me pensar nos anos 90 quando aí sim havia uma cultura dopante (Bjarne Riis e Erik Zabel confirmam), com gigantescas redes e pouco vigilância por parte das autoridades. Essa rede começou a ser desmantelada com o caso Festina, precisamente há 10 anos e foi o principal alerta para o que estava a acontecer com os corredores, a maior parte vítimas outros não. E não só nos anos 90, mas já desde algumas décadas anteriores, para não arriscar, desde sempre.

Contudo nestes últimos anos parece que as coisas têm melhorado, principalmente neste actual, mais controlo, maior rigor e uma nova mentalidade. Esta última é sem dúvida a grande diferença, nos tempos antigos era como se fosse quase natural usar doping, era necessário. Até nas corridas nota-se actualmente um maior equilíbrio, uma corrida mais aberta, sem grandes dominadores que deixavam todos para trás. Será que significa menos doping?

Apesar das guerras entre a UCI e a ASO, arrisco a dizer que tanto Clerc como McQuaid ao menos neste ponto estão de acordo, desejam finalmente um Tour limpo. O Ciclismo é o que é hoje, muito graças à Volta à França, pelas boas e más razões...

Eu estou confiante que não haverá surpresas nas próximas três semanas, contudo há um ano atrás pensava precisamente o mesmo. Por um lado se houver algum caso positivo, só prova que os controlos estão a funcionar, e apesar de não achar que é por aí que se combate o problema do doping, é um sinal de que pelo menos os batoteiros são apanhados. Mas para um espectador mais distraído, é o constatar de uma realidade que conhece desde que vê a Volta à França, e eventualmente um dia irá dizer “Basta!!”, se já não disse antes.

Apesar de ter receio, acho que não é razoável que devido a um imprevisível caso, talvez isolado, se ponha em causa organizações e cada vez mais o esforço de muitas pessoas que tentam acabar com este flagelo.


Os resultados dos exames anti-doping da Team CSC - Saxo Bank.

Programa interno anti-doping da Team Garmin.


sexta-feira, junho 20

Novas equipas no ciclismo internacional.

É com agrado que recebi as notícias de novos patrocinadores em quatro novas equipas.
De destacar que três delas introduziram no Ciclismo uma nova mentalidade, tanto vencedora como honesta. Slipstream, CSC e High Road são as três mais limpas do pelotão internacional, todas têm sistemas próprios na luta contra o doping e parece que foram recompensadas por isso.

Este ano têm havido uma grande restuturação na nossa modalidade e esta é sem dúvida das melhores, as empresas que pretendem ajudar já não pensam só em resultados, pensam numa imagem positiva e esta está também associada à luta contra o doping.

Sobre a tutela do respeitado Bjarne Riis, a conhecida Team CSC será Team Saxo Bank para a próxima época. O maior banco da Internet acredita na mentalidade “Riis”, uma equipa que revolucionou a gestão dos plantéis elevando características como lealdade, comunicação, igualdade, entre os corredores e staff. Resultado disso é ser a melhor equipa do pelotão internacional e com este novo patrocinador esperemos que continue.
Recomendo este vídeo para saberem mais sobre a Team CSC: Overcoming.

A equipa Slipstream também encontrou um novo patrocinador, a começar no Tour será designada por Team Garmin-Chipotle, Garmin é uma empresa de novas tecnologias que irá financiar a equipa de Jonathan Vaughters até ao fim de 2010. Formada na época passada e até participou na Volta a Portugal, é nesta época que tem dado nas vistas com o 4º lugar no Paris-Roubaix ou a vitória inaugural do contra-relógio por equipas no Giro. Esta equipa tem um programa próprio contra o doping, os corredores são muitas vezes testados ficando com um historial e caso haja alterações, a própria equipa não os deixa correr. Destaco as sábias palavras de Vaughters no cyclingnews afirmando que no que toca a arranjar patrocinadores, já poderia ter corredores de mais alto nível na sua equipa, no entanto considera que uma equipa com personalidade própria identificada neste caso aos EUA, é mais importante que ganhar pois, a sua boa imagem é suficiente para que essas empresas se identifiquem com a sua equipa. É sem dúvida uma mensagem positiva já que certas equipas no passado entenderam que o número de vitórias era igual a uma imagem positiva, independente dos meios necessários.
Para os fãs da Argyle, não fiquem desiludidos pois a camisola vai se manter. Não me lembro de uma camisola ter uma alcunha, o que só mostra a sua importância na antiga Slipstream.

Por último a Team High Road que já no Tour será Team Columbia, Columbia é uma empresa de roupas desportivas e o novo equipamento da equipa será laranja, no entanto o título High Road continuará na camisola. Depois do fim da T-Mobile, equipa marcada por muitos escândalos de doping, Bob Stapleton pegou na equipa e estabeleceu-a nos EUA. Sem nenhum grande patrocinador a apoiar a equipa, estava numa situação precária pois sem esse apoio esta teria que acabar.
Mais uma com o seu sistema de controlo anti-doping e que tem tido muito sucesso nesta época, muitas vitórias.

Para além destas, a equipa belga também renovou o seu contrato com a Quick-Step por mais três anos. Apesar da bomba mediática que foi Tom Boonen, a empresa de chãos obteve grandes resultados desta parceria e quer continuar.


Este é um bom sinal, pois as equipas que lutam por um ciclismo melhor têm sido recompensadas. No Pro Tour penso que só falta novos patrocinadores para a próxima época à Gerolsteiner e à francesa Credit Agricóle.

quinta-feira, maio 8

Ivan Basso nomeado "Embaixador Anti-Doping" pela UCI.

Li hoje esta notícia e fiquei perplexo!!
Faço a mesma pergunta que o blogger do Europeloton (deêm uma olhadela, ele ainda levanta mais questões).
O que é que se passa com o Ciclismo?

O italiano assinou com a Liquigas para a próxima época quebrando o código ético do Pro Tour que estipula que um corredor, só passado 4 anos depois de ter sido sancionado por doping é que pode assinar por uma equipa Pro Tour, Basso foi há 2.

Primeiro afronta o sistema Pro Tour, depois torna-se Embaixador?!!

Com que credibilidade fica a UCI?!!

Só me resta dizer: "Se não podes vencê-lo junta-te a ele".

quarta-feira, maio 7

Casos de doping...

O sprinter Alessandro Petacchi foi suspenso por um ano pela CAS (Court of Arbitration for Sport) e os seus resultados desde o Giro 2007 foram removidos. Depois de ter acusado excesso de salbutamol (presente no seu inalador) aquando da sua vitória na 11ª etapa do Giro 2007 e depois de muitas acusações durante a sua carreira, o italiano desta vez não escapou. A suspensão acaba dia 31 de Agosto.

As substâncias que se encontram na lista proibída da Agência Mundial Anti-Doping (WADA) estão sujeitas a três critérios: se aumenta o desempenho físico, se pode ser perigoso para a saúde do atleta e ainda, se a WADA determina que “viola o espírito do desporto”, e é neste último ponto que surge a confusão.

Fica aqui o link para o press release da WADA sobre este caso.

Tal como muitos ciclistas de topo, o italiano tem autorização para tomar o Ventolin, um bronco-dilatador que deve ser tomado regularmente para evitar as crises de asma. Este medicamento é proibido mas está legislado como Therapeutic Use Exemptions (TUEs), isto é, caso uma pessoa tenha uma doença (asma neste caso) pode usar determinados medicamentos. O Ventolin é feito de salbutamol um beta-adrenérgico cujo efeito é dilatar as vias respiratórias, mas em caso de uso excessivo pode ter efeitos adversos tais como: baixa pressão, taquicardia, tremores.

Estudos têm demonstrado que esta substância permite um aumento da potência anaeróbica como também um aumento de força muscular e simultaneamente uma diminuição na percentagem de gordura corporal. Soa bastante útil para um sprinter não?!

Para que não haja abusos a WADA definiu o limite de 1000 ng/ml de salbutamol na urina dos atletas. Petacchi acusou 1352 ng/ml nesse dia, ele justifou-se afirmando que tomou 6 a 7 puffs na altura da corrida o que teoricamente daria no máximo um pouco mais de 800. Contudo, poderá haver outros factores que não o mau uso do inalador para que exceda os 1000 ng/ml (pag 12 6.7c). Os médicos da acusação já com vasta experiência nestes testes, alegam que raramente existem atletas que ultrapassam o 1000 usando apenas o inalador (pag 14 e 15). Também sou asmático e nunca dei 7 puffs num inalador em 10 horas!!

A questão é, se ele utilizou por se sentir mal já que estava um dia húmido, ou com o intuito de melhorar a sua perfomance?

A verdade é que foi acusado de uso de doping e a sua suspenção devia ter sido de 2 anos e mais dois sem poder competir em uma equipa Pro Tour. Em vez disso, foi apenas de um ano e só agora suspenso?! Enquanto este processo ia-se arrastando o italiano ia acumulando vitórias, no Paris-Tour, etapas no TOUR e na VUELTA, os coitados que ficavam em 2º, já ninguém se lembra?...

Então e Floyd Landis, Ivan Basso, por usarem outra droga tem tratamento mais severo? Não concordo, se são considerados culpados por uso de doping, devem ter sentenças iguais.

Talvez Petacchi até seja asmático e achou que precisou de usar, se calhar até nem tirou grande proveito do uso excessivo, mas a verdade é que ultrapassou o limite permitido. As regras do doping são claras, uma infracção é uma infracção mesmo que o atleta em questão a tenha realizado conscientemente ou não. Se não formos claros e objectivos, acho que dificilmente podemos definir qual o mais ou menos grave, e estariamos aqui a debater para sempre...

Apesar de achar pouco, foi um claro sinal de que de agora em diante quem pisar o risco seja de qualquer forma, não vai passar incólume.

Ontem foi conhecido outro caso, o corredor Patxi Vila também foi outro apanhado. Depois de tanto se queixar no princípio da época devido a constantes controlos surpresas e a más horas, acusou excesso de testosterona no dia 3 de Março. Pediu uma contra-análise e continuou a dar positivo. Retirou-se no Tour de Romandie quando era líder da montanha e seria um dos chefes de fila da Lampre para o Giro depois de um 15º o ano passado, assim, parece que Vila de 32 anos tem os dias contados...


Top 10, das desculpas por terem usado doping (CBC Sports).

Off Topic: Há duas equipas, Bettof team e Los Cambitos que no Jogo Sempre na Roda escolheram o Petacchi, se quiserem podem mudar...